Fui ao cume mais alto, ultrapassei barreiras, segui em direção ao infinito.
Por um breve momento me senti indestrutível, como num jogo que não tem regras e somente eu era vencedora.
Os dias mais calmos, as verdades mais serenas, os sorrisos quase um vício, não dava mais pra esconder.
Os olhos não se continham em dizer tudo o que ia dentro do coração, cada momento uma vida inteira projetada;
As mãos sem disfarçar escreviam as mais lindas frases já ditas e cada palavra tinha um significado de uma dimensão e no meu respirar podia quase ser tocado esse amor;
Eu te dei o melhor de mim, o suprassumo da minha existência e você esmagou com uma única mão, transformou em pó o amor mais profundo que alguém já sentiu.
E no quinto dia eu chorei, não era para ser assim...afinal, somente no sétimo dia era o descanso.
Ainda havia tanto a se fazer, tanto a se dizer e infinitamente mais pra sentir.
E do pico elevado a queda chegou, a dor foi dilacerando um coração de cristal que era forte no amor, porém irracional.
Os planos se perderam, como na música ; e a linha do horizonte não serve pra me distrair, pois fui reprogramada e qualquer tipo de pensamento não existe, ainda que automático.
Necessidade básica é viver...respirar, comer, dormir...o resto é consequência, incoerência , sem inocência, pois essa foi decapitada e seu seu sangue deixou marcas indeléveis.
Na primeira oportunidade você mirou e a sangue frio...abateu, sem dó nem piedade...assim.
E agora vamos celebrar a insensatez desspensamento que se chama AMOR!
E no fim das contas tudo voltou a seu normal, um imenso vazio...a diferença é que agora o ABISMO não tem fim.
domingo, 28 de junho de 2015
ESCOLHA
Dizer sim ou apenas não
Ao desejo do coração
Ele que nada sabe,
Mas tudo sente...é só emoção.
Percorre caminhos,
muitas vezes perigosos
Sem o menor medo,
De de pulsar e respirar
Não entende que o precipício
Está a esperar
Que o sofrimento inimigo
Está a espreitar
Inocente coração
Quer somente amar,
mas o amor é incoerência
Despido de inocência
Nos enlouquece,
Nos tortura,
Nos faz delirar
Dizendo ser a verdade mais pura
Que a razão não sabe pensar,
Pois se assim o fizesse,
Entenderia que não se vive
Sem o amor que nos faz sonhar!
Ao desejo do coração
Ele que nada sabe,
Mas tudo sente...é só emoção.
Percorre caminhos,
muitas vezes perigosos
Sem o menor medo,
De de pulsar e respirar
Não entende que o precipício
Está a esperar
Que o sofrimento inimigo
Está a espreitar
Inocente coração
Quer somente amar,
mas o amor é incoerência
Despido de inocência
Nos enlouquece,
Nos tortura,
Nos faz delirar
Dizendo ser a verdade mais pura
Que a razão não sabe pensar,
Pois se assim o fizesse,
Entenderia que não se vive
Sem o amor que nos faz sonhar!
NOITE VAZIA
A noite vaga,
Cavalga,,,
Corre em todas as direções
Tentando ir além de suas decepções!
Mas o que busca?
Onde se encontra, perdendo-se de si?
Toma conta de cada parte
De um dia que era frio
E substituiu a verdade
Em toda a insanidade
De um momento que partiu
Mas quem era , o queria?
Perdida em nostalgia
Passou tão depressa
Como um "flash", mas sem luz
E agora anda errante
Em sem próprio instante,
Num intervalo
De horas incontáveis,
De espera intermináveis,
Somente a isso a noite se reduz...
Cavalga,,,
Corre em todas as direções
Tentando ir além de suas decepções!
Mas o que busca?
Onde se encontra, perdendo-se de si?
Toma conta de cada parte
De um dia que era frio
E substituiu a verdade
Em toda a insanidade
De um momento que partiu
Mas quem era , o queria?
Perdida em nostalgia
Passou tão depressa
Como um "flash", mas sem luz
E agora anda errante
Em sem próprio instante,
Num intervalo
De horas incontáveis,
De espera intermináveis,
Somente a isso a noite se reduz...
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